Tendo como finalidade a troca de experiências e o incentivo ao pedestrianismo, envie-nos os percursos da sua região, mapas, fotos ou opiniões. “Só para uso do grupo Desafios-pt” DESAFIOS-PT@HOTMAIL.COM

Quarta-feira

Limpar Portugal 20 de Março de 2010

Divulgo e desafio-vos a participar no projecto "Limpar Portugal" que tem como objectivo erradicar as lixeiras ilegais da floresta portuguesa num só dia: o dia 20 de Março de 2010. Participem e divulguem esta iniciativa, que decorre em todo o país, junto da comunidade educativa, amigos, colegas, familiares, vizinhos...toda a gente. TODOS somos responsáveis pela preservação do ambiente. Várias escolas e agrupamentos de escolas do país já aderiram a esta iniciativa, bem como agrupamentos de escuteiros, autarquias, colectividades desportivas e culturais, centros de educação ambiental...Portugal necessita de muitos colaboradores para tornar esta fantástica terra mais limpa e aprazível. Precisamos de vós e da vossa divulgação.

Registem-se em: (http://www.limparportugal.ning.com/)

Página oficial: (http://www.limparportugal.org/)

Vejam este vídeo:http://www.slide.com/r/bBoWjS4L3z_nzVhE_LzR-3mBrc6jpVm3?previous_view=lt_embedded_url (http://www.slide.com/r/bBoWjS4L3z_nzVhE_LzR-3mBrc6jpVm3?previous_view=lt_embedded_url)

Ouçam esta entrevista:http://radioregionalcentro.com/web/audio/limpar_portugal_entrevista.mp3 (http://radioregionalcentro.com/web/audio/limpar_portugal_entrevista.mp3)

Existe na página oficial toda a documentação de apoio à divulgação do projecto, tais com: folhetos e cartazes. Preservar o ambiente é uma atitude de cidadania e contribui para um mundo melhor.
Linhas de Orientação do Projecto "Limpar Portugal"

1) O Projecto LimparPortugal tem como objectivo limpar as lixeiras ilegais existentes no espaço florestal de Portugal no dia 20 de Março de 2010.

2) O Projecto LimparPortugal é um movimento cívico de pessoas em regime de voluntariado.

3) O Projecto LimparPortugal não aceita doações em dinheiro.

4) O Projecto LimparPortugal aceita e agradece doações de bens e serviços que possam contribuir para a prossecussão do seu objectivo (ex: luvas, sacos de lixo, disponibilização de transportes e/ou máquinas de remoção, etc..).

5) Como única contrapartida, o Projecto LimparPortugal permitirá a todas as pessoas e instituições que contribuam para o objectivo do mesmo, a utilização do logotipo do Projecto LimparPortugal na sua comunicação institucional, com a indicação de "Apoia o Projecto LimparPortugal".

6) O Projecto LimparPortugal funcionará com uma coordenação nacional e com tantas coordenações regionais (distritais e concelhias) quantas as necessárias.

7) O Projecto LimparPortugal ficará vinculado pelas decisões tomadas em reuniões presenciais, a realizar pelo menos uma vez por mês em locais a designar, abertas a todos os seus membros.

Domingo

Caminhada na Serra da Estrela

-Caminhada Lagoa Comprida - Torre 40º21'55.79N 7º38'50.04W

-Estava bastante frio na chegada a Lagoa Comprida, mas rapidamente iniciamos a caminhada.

-Juntou-se a nos uma cadela Serra da Estrela e acompanhou-nos a caminhada toda, foi como se nos conhecesse a muito tempo.

-Vista de uma casa quase abandonada para a Lagoa Comprida.

-Caminho muito mau, com gelo, muita água e vegetação densa.
GNR de montanha a passar por nos e questiona porque andávamos ali, naquele momento o tempo já estava tão mau que decidimos fazer o resto da caminhada por estrada.

-Estação meteorológica mais perto da Torre. Temperatura rondava os 0 Graus e os menos 2.

-Chegada a Torre, 40º19'18.75N 7º36'46.61W (ponto mais alto de Portugal Continental 1993mt ), depois de mais de 10 km a caminhar ao frio.

Quarta-feira

Percurso pedestre no Gerês

-Inicio do PR 6 Trilho dos Miradouros 41º43'29 N 8º09'46 W


-Partida e Chegada Centro de Artesanato do Gerês

-Penedo da Freira 410 m de altitude e continuando a subir ate a Fraga Negra a 575 m de altitude

-Uma pausa perto do Miradouro da Boneca

-Vista magnífica do miradouro da Boneca a 750m de altitude

-Abrigo dos pastores
-Bonitos cogumelos, mas que este Inverno intoxicaram muita gente, sendo para alguns fatal.
Fica aqui o site Ecofungos Associação Micológica para os conhecer melhor.

-A Natureza e a sua beleza, mas existem pessoas que não merecem usufruir de este bem que é de todos…”será que em casa o lixo também vai para o chão?

-Casa das Lamas em degradação e Mirante Velho 599 m de altitude

-Vista do Mirante Velho para Albufeira de Caniçada
-Caminho de regresso a Vila do Gerês

Mais informações (Mapa)

Quinta-feira

TREKKING

SOBRE O TREKKING

Trekking em Gran Paradiso, Itália



A diferença entre o trekking - ou trek - e uma simples caminhada é apenas a sua duração; qualquer uma das actividades pode ter dificuldades intensas ou absolutamente nenhuma, mas um trek implica dormir “fora”, em abrigos ou tendas, mudando de lugar como um nómada, enquanto numa caminhada se regressa ao ponto de partida para passar a noite.

Os conteúdos das mochilas são muito discutidos, e dependem não só da duração, como do local onde se vai desenrolar o passeio; o clima e o piso influem decisivamente na escolha do material a levar, e o ideal é começar por pequenos passeios de um dia, para se ter a noção das próprias necessidades. Mas seja qual for a latitude, uma coisa é certa: a cada hora o peso vai duplicando.

Deve transportar-se o que é verdadeiramente essencial e, sobretudo nos treks, não há lugar para o “posso às vezes precisar”. No caso de trekkings prolongados em zonas sem qualquer tipo de apoio, deve equacionar seriamente as suas capacidades físicas e a possibilidade de contratar os serviços de uma agência que se encarregue de toda a logística: tendas, comida e material de cozinha. Pessoalmente, não transporto mochilas com mais de dez quilos.

Trekking no Kangchengjunga, Nepal

Caminhada nas Gargantas de Tarn e Jonte, França

Vista do Monte Pumori, trekking no Nepal

TREKKING - TÃO NATURAL COMO CAMINHAR

Trekking é uma palavra de origem sul-africana que significa seguir um trilho. Não é alpinismo, não implica escalada - apenas caminhar, o exercício mais natural do mundo. Com alguns cuidados no que diz respeito a vestuário, peso a transportar e aclimatação, qualquer humano saudável pode percorrer carreiros, mesmo que estejam cobertos de neve. Como regra geral, diz-se que o trekking não vai além dos 6.000 metros de altitude, já que a partir daí é necessário conhecer algumas técnicas especializadas que ultrapassam em muito o simples “seguir um trilho”, como o eventual uso de crampões ou encordagem.

A CASA ÀS COSTAS
O essencial para caminhar é um bom calçado, e é um grande erro fazer um trekking de botas novas, ou levar calçado de alta-montanha para um trilho de piso fácil e sem grandes declives; é tão mau como fazer de sapatilhas um caminho muito irregular ou com neve. Um pouco de bom senso e umas botas usadas, leves e com um bom apoio de tornozelo, são essenciais para não andarmos a coxear monte acima, transformando um prazer num pesadelo. Para o fim do dia ou para atravessar riachos, é bom ter também uns chinelos ou sandálias de plástico.


Trekking em Samaria, ilha de Creta, Grécia

A roupa também tem de estar de acordo com o clima e a situação: peças usadas, quentes ou frescas e, no caso de um trekking de montanha, várias camadas sobrepostas, que as temperaturas baixam sempre ao cair da noite. A única coisa que se deve levar em quantidade é roupa interior e meias. Quanto ao resto, uma muda (ou duas) de calças e de camisolas de manga curta, outra de manga comprida, e sempre um casaco impermeável corta-vento. Os materiais técnicos, mais leves e transpiráveis, são caros mas uma boa mais-valia. Não esquecer nunca o creme e o baton com protector solar, assim como protecção para a cabeça e uns bons óculos. E mesmo que a caminhada dure apenas duas ou três horas, não se afaste sem água e um punhado de barras de cereais, que não pesam mas salvam vidas.
Para levar tudo isto, é necessário uma mochila confortável, que se experimenta na loja como quem veste um casaco, regulando as alças de apoio à nossa medida, de preferência com alguma coisa lá dentro - e ao contrário do que muita gente parece pensar, a coisa menos importante é a cor. Pequeno truque: não compre uma mochila grande, que a tendência vai ser sempre para a encher.

PRECAUÇÕES: ANTES E DURANTE OS TREKKINGS
Para um percurso mais longo e duro convém estar em forma, e o melhor treino para caminhar é subir e descer escadas. No caso de caminhadas no estrangeiro, é sempre mais fácil levar de casa os medicamentos mais comuns ou que usamos todos os dias, sem esquecer um punhado de pensos próprios para ferimentos causados pelo calçado, e um desinfectante para alguma queda ligeira ou arranhadela.
Para treks mais longínquos, aconselha-se comprimidos para desinfectar a água - que se deve ir bebendo mesmo sem sentir sede -, e uns pacotinhos de frutos secos ou dos nossos doces favoritos, para nos dar energia e consolar de uma dieta por vezes desmoralizante. No caso de treks em altitude, é costume recomendar comprimidos de Diamox, um diurético que alivia o mal da montanha - mas não impede que se desça o mais rapidamente possível.


Trekking em Gran Paradiso, Itália

Os principais problemas que surgem durante um trek estão relacionados com quedas ou pés torcidos; aconselha-se muita atenção ao caminho e evitar saltos audaciosos, para não voltar para trás com os braços apoiados nas costas de dois amigos furibundos. Conheci alguém que partiu uma perna no momento em que disse “olha um veado!”, porque se esqueceu que o caminho estava coberto por uma camada de gelo transparente; outro levou com uma pedra na cabeça porque, apesar do estrondo, continuou distraído a olhar para a paisagem.

Os melhores conselhos são:
• não partir sozinho;
• caminhar devagar e com atenção ao piso;
• beber muitos líquidos;
• baixar o consumo de proteínas e aumentar os hidratos de carbono (menos carne e mais farináceos);
• nos treks em altitude, acrescente-se ainda: descer para dormir (não dormir no lugar mais alto que alcançou) e não subir todos os dias; fazer paragens periódicas de um ou dois dias, para aclimatação.
Muitos dos treks desta secção passam a barreira dos 3.500 metros, pelo que convém ter alguma informação sobre o chamado mal da montanha, que mata mais gente todos os anos do que qualquer outro problema causado pela altitude.


Trekking no Evereste, Nepal


Trekking no Kangchengjunga, Nepal


O ABOMINÁVEL MAL DAS MONTANHAS
O mal da montanha é uma doença grave causada pela altitude, que pode levar rapidamente à morte; no mínimo, faz-nos passar um mau bocado. No Nepal, reino por excelência dos trekkings de todos os géneros, declara-se em cerca de 58% dos que praticam esta actividade. Só ataca depois dos 3.000 metros, e não há nada que nos faça prever a sua aparição: quem é grande desportista e habitué das montanhas está tão à mercê deste mal como o turista comum. Para piorar, o facto de não se sentir mal da primeira vez, não quer dizer que assim seja da próxima. Felizmente, a cura é fácil: basta descer - às vezes cem ou duzentos metros - e os sintomas desaparecem.


Trekking no Kangchengjunga, Nepal

Os maiores problemas aparecem nas viagens organizadas, onde ocorreram, nos últimos dez anos, 80% das mortes causadas pelo mal da montanha: a vergonha de desistir ou de atrasar o grupo leva muitas vezes a um ritmo forçado, e a frustração de não completar o trekking faz com que se desculpe uma dor de cabeça ou as náuseas com a mudança de hábitos alimentares, ou com uma constipação. As últimas consequências são o coma e a morte, por edema pulmonar ou cerebral, e os médicos previnem: em caso de dúvida, assuma que se trata desta doença e pare, no mínimo, 24 horas; caso os incómodos desapareçam pode continuar a subir, sempre com paragens de aclimatação.
As regras principais são: subir lentamente (cerca de 300 metros por dia), dormir mais baixo que a altitude máxima a que passou, conhecer os sintomas e, sobretudo, não os ignorar.

Não é factor de protecção:
• ter treino em trekking;
• ter experiências anteriores em altitude;
• não ser fumador;
• estar em boa forma;
• estar há mais de 24 horas em altitude (pode surgir após dias de permanência em altitude).

Trekking no Kangchengjunga, Nepal

É factor de risco:
• Altitude igual ou superior a 3.000 metros;
• subida rápida (mais de 600 metros num dia);
• actividades cansativas;
• experiência anterior com Mal da Montanha;
• obesidade masculina;
• falta de paragens de aclimatização;
• uso de sedativos ou comprimidos para dormir.

São sinais de uma aclimatização normal do corpo à altitude:
• sono mais leve;
• respiração acelerada;
• caminhar muito devagar;
• aumento da excreção de urina.

Primeiros sintomas (podem aparecer em bloco ou um de cada vez):
• dores de cabeça que não passam;
• insónias;
• falta de apetite;
• tosse seca;
• diminuição da excreção de urina;
• falta de fôlego, mesmo em descanso.

Achei esta definição de Trekking muito bem escrita e copiei texto e imagens com autorização do autor do site Alma de Viajante

http://www.almadeviajante.com/trekking/trekking.php

Domingo

PR1 da Pateira ao Águeda

-Inicio do percurso. 40º34'32 N 8º30'43 W


-Painel informativo, junto a Pateira de Óis da Ribeira

-Caminho para o parque de Espihel com vista para a Pateira

-A Pateira é ponto de passagem na migração de aves e para isso foram criados observatórios de aves

-Passado pelo centro de Óis da Ribeira ate ao ponto de partida

Mais informação
PR 1 da Pateira ao Agueda

Sábado

Percursos Pedestres

Links de alguns percursos pedestres em Portugal

Aveiro
Trilho das Dunas de São Jacinto
Ilhavo
PR1-ILH Entre a Ria e o Mar
PR2-ILH Entre a Ria e a Floresta
PL1-ILH Costa Nova
PL2-ILH Na Rota das Padeiras
Cidade de Ílhavo-Trilho Urbano
Arouca - Serra da Freita
PR 1 Caminhos do Montemuro
PR 2 Caminhos do Vale da Urtigosa
PR 3 Caminhos do Sol Nascente
PR 4 Cercanias da Freita
PR 5 Rota das Tormentas
PR 6 Caminho do Carteiro
PR 7 Nas Escarpas da Mizarela
PR 8 Rota do Ouro Negro
PR 9 Rota do Xisto
PR 13 Na Senda do Paivô
PR 14 Aldeia Mágica
PR 15 Viagem à Pré-História
PR 16 Caminhada Exótica
Estarreja
Percurso de Salreu
Sever do Vouga
PR 1 Caminhos de S. Tiago
PR 2 Cabreia e Minas do Braçal
PR 3 Na Rota das Laranjeiras
Águeda
PR 1 - TRILHO DA PATEIRA AO ÁGUEDA
PR 2 - TRILHO DAS LEVADAS
PR 3 - TRILHO DA ALDEIA
PR 4 - TRILHO TERRAS DE GRANITO
PR 5 - TRILHO DA PONTE DE FERRO
PR 6 - TRILHO DE ÁGUEDA
PR 7 - TRILHO DOS POÇOS

Figueira da Foz
Rota da Boa Viagem
Rota das Lagoas
Rota de Maiorca
Rota do Megalistismo
Rota das Salinas
Rota de Seiça
Vouzela
PR 1 Rota da Nª Sr.ª do Castelo
PR 2 Um Olhar sobre o Mundo Rural
PR 3 Trilho da Serra do Caramulo
PR 4 Trilho da Penoita
PR 5 Caminho de S. Migel do Mato
PR 6 Trilho Medieval
São Pedro do Sul
PR 1 Rota do Manhouce - Folheto capa
PR 2 Rota das Bétulas - Folheto capa
PR 3 Rota do Cárcoda - Folheto capa
PR 4 Rota do Castro de Banho - Folheto capa
Caramulo
PR 1 Rota dos Laranjais
PR 2 Rota do Linho
PR 3 Rota das Cruzes
PR 4 Rota dos Caleiros
PR 5 Rota de Santiago
Ovar
Trilho da floresta
Oliveira de Azeméis
PR 1 Percurso dos Espigueiros
Vale do Cambra
PR1 Varandas da Felgueira
PR2 N. Srª da Saúde, por caminhos de antigamente
PR3 Na Vereda do Pastor
Mealhada
Circuitos Pedestres da Mata do Buçaco
Serra da Estrela
PP/PR 05 – COVÃO DO FERRO
PP/PR 11 – CIRCULAR DO MACIÇO SUPERIOR /LAGOA COMPRIDA
PP/PR 10 – RIO ALVA
PP/PR 12 – SUMO DO MONDEGO
PP/PR 19 – PLANALTO DE VIDEMONTE
PP/PR 01 – SÃO LOURENÇO
PP/PR 21 – FRAGA DA PENA
Parque Nacional da Peneda-Gerês
VÁRIOS PERCURSOS PEDESTRES (PNPG)
Lousã (Aldeias de Xisto)
Caminho do Xisto da Lousã - Rota dos Moinhos
Caminho do Xisto da Lousã - Rota das Aldeias Serranas
Caminho do Xisto da Barroca
Caminho do Xisto de Álvaro - Longra
Caminho do Xisto de Álvaro - Gaspalha
Caminho do Xisto do Gondramaz
Caminho do Xisto de Sarzedas
Caminho do Xisto das Aldeias de Góis
Caminho do Xisto de Casal de S. Simão
Caminho do Xisto de Figueira
Caminho do Xisto Acessível do Gondramaz
Caminho do Xisto de Água Formosa
Caminho do Xisto da Foz do Cobrão
Caminho do Xisto de Fajão
Caminho do Xisto de Martim Branco
Caminho do Xisto da Benfeita
Castanheira de Pêra
Percurso de Ribeira das Quelhas

Sempre que possível procurem mais informação junto das entidades da zona onde vão fazer o percurso pedestre.
Pode a informação disponível na Internet não estar actualizada.

Quarta-feira

Revista de Pedestrianismo


Caminhar, Conhecer e Conviver,
(bem) acompanhado pela Itinerante!

A ITINERANTE é a primeira revista nacional de pedestrianismo, de caminheiros para caminheiros. O tema é aqui abordado através de um novo conceito – ao CAMINHAR junta-se o CONHECER e o CONVIVER.
A revista Itinerante faz assim a ligação entre os trilhos pedestres que propõe e a história/cultura das regiões por onde passam, bem como a gastronomia/hotelaria locais. Além disso, a revista é parcialmente traduzida para inglês para responder ao cada vez maior número de visitantes estrangeiros amantes dos passeios a pé.
Para que caminhar seja um prazer, a Itinerante seleccionou, testou, analisou, classificou e descreveu diversos trilhos. O material fornecido nesta revista é suficiente para que os trilhos sejam percorridos em autonomia, podendo a orientação ser feita através da carta topográfica, da descrição do caminho e/ou com o GPS.
Os vários números da revista são temáticos, para guardar e coleccionar. Neste primeiro número nada melhor que o tema das Invasões Francesas, agora que se comemora o seu bicentenário. Ao longo destas páginas é feito o enquadramento para caminhadas em trilhos que passam por zonas que, de uma forma ou de outra, estão ligadas à Guerra peninsular, do norte ao centro do país.
A informação é complementada por este website dinâmico e interactivo, onde se pode fazer download dos trilhos para GPS e partilhar informação e experiências no blogue e em redes sociais.
Consulte, leia, utilize e coleccione!
Nuno Gama Nunes
http://www.itinerante.pt
25/11/2009
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UMA AVENTURA

BTT SERRA DA ESTRELA -- AVEIRO